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ANGOLA - As 100 grandes músicas dos anos 60 e 70


"Este é um tesouro sonoro que, felizmente, foi salvo do esquecimento. Um património angolano que solidifica o passado conjunto de dois países. Imperdível para qualquer nascido / criado naquelas terras. Obrigatório para quem pretende conhecer a música de um país que continua a marcar o ritmo dos nossos corações." - Paulo Salvador

“Esta é a banda sonora dos últimos anos da época colonial em Angola. Brilhante anúncio de um futuro musical que ainda não chegou – mas está próximo. Angola vai ser, muito em breve, uma das grandes potências musicais do continente africano. Não será possível compreender esse futuro sem conhecer este passado. Não há dúvida alguma, olhando para trás, que o melhor daqueles anos foi a música.” – José Eduardo Agualusa

Com 4 CD e um livro de 40 páginas, "Angola - As 100 grandes músicas dos anos 60 e 70" é um documento sonoro das décadas de ouro de criação musical angolana.
Estes 100 temas são apresentados pela primeira vez em CD. Alguns foram editados em singles de vinilo e em cartuchos (o antepassado da cassete). Fazem parte do repertório gravado pelos Estúdios Valentim de Carvalho, em Luanda, que cessaram a sua actividade em 1975, pouco antes da Independência de Angola. Desde então, as respectivas bobines estiveram cuidadosamente acondicionadas em Portugal, até há alguns meses. Foram alvo de uma recolha, selecção, digitalização, recuperação, masterização e são agora apresentadas.




Nomes incontornáveis como Elias diá Kimuezo, Sofia Rosa, Carlos Lamartine, Africa Show, Teta Lando, Chico Montenegro, Mário Silva, Santocas, Santos Júnior, Águias Reais, Quim dos Santos, Artur Adriano, N'Goma Jazz, entre outros, vêem as gravações dos seus temas mais marcantes estreados em CD.

O Semba é o rei da época, mas a Kazukuta, Kilapanga, Rebita, Dikanza e Merengue estão também presentes. Reservámos o CD4 para as Baladas, que compila os temas mais lentos e românticos. Com excepção do tema em Umbundo, o restante repertório é interpretado em Kimbundo e Português. Os estilos nascidos em Angola influenciaram, com a ida de naturais para outros países, a música no Brasil, Cuba, África do Sul e um pouco por todo o Mundo. Há até quem defenda que o Fado é filho do Brasil e neto de Angola, pelas suas raízes no Lundum.

O livro conta com mais de 20 ilustrações, fotografias e postais de época. A maioria das imagens são retiradas de "Recordar Angola Vol. 1" de Paulo Salvador, sendo as restantes cedidas por elementos da Diáspora Angolana.
Nas suas 40 páginas, traça um retrato de Angola até 1975. Fala da Música Popular Angolana dos anos 60 e 70, desde o seu nascimento no musseque às grandes salas de espectáculos em Luanda e Lisboa. Conta a História do país, desde os Povos Nativos e primeiras migrações, passando pela chegada dos Portugueses (não esquecendo o encontro do Governador com Rainha Ginga). Destaca o período da colonização pós-implementação da República em Portugal e não esquece a Guerra Colonial. O contexto histórico e político termina com a Independência e Guerra Civil.
Luanda merece um destaque em nome próprio, para além da página com os nomes das cidades antes e depois da Independência. Existe ainda uma descrição geográfica, com informações sobre clima e recursos naturais.
As línguas de Angola e a situação do Português são focadas e, como a maioria dos temas são cantados em Kimbundo, há um dicionário/glossário de vocabulário em kimbundo-português.


  

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